Estou caminhando para uma montanha de gelo.
Procuro o estranho, desejo o duvidoso.
A solidão é minha fiel companheira.
O vento é frio e calmo
Sei que pode congelar meu sangue;
Há fervura que corre em minhas veias
E isso me causa um choque térmico em minha carne.
Essa é a escolha que não escolhi
É o centro de minha suposta existência
A casa das interrogações
O esvaziamento das respostas
Um lugar proibido e sem sentido
Meu abrigo.
Até quando posso agüentar?...
Está em eminência um ataque cardíaco.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
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