Ao céu fui com a fumaça da minha oblação
Revelou-se em mim outra face
Meu corpo era leve e flutuante
Ele se desintegrava como uma nevoa
Na benevolência daquele momento
Percebi a essência das coisas
O vento soprava em meus ouvidos
Profundos ensinamentos
Ouvi uma grande gargalhada
Alguém se divertia com minha tosse
Mas com aquela fumaça me desfazia
Passando a fazer parte de tudo
E não me importando com nada.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
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2 comentários:
Primeira vez que passo por aqui.
Adoreii o texto! Ao mesmo tempo delicado e forte. Gostei mesmo!
Espero vê-lo lá pelos meus blogs!
beijão e até mais.
Entre e fique a vontade! A vela acabou de se acender e o vinho acabei de abrir!
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