terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ela partiu
Já não está entre nós
Que estranha sensação
Às vezes penso que estamos a sós

Em uma sala arejada
Na varanda ou no meu quarto
Relembrando um tempo que se foi
E eu não disse adeus

12 comentários:

Anônimo disse...

quem foi que partiu e vc não disse adeus??rsrrs

Anônimo disse...

não sei, a pior falta é daquilo que vc não sabe o que é e sente que é o mais precioso que vc tinha!

Anônimo disse...

mas eu acho que eu sei o quem é..mas eu não posso dizer...

Anônimo disse...

me diga, por favor, me ajudaria em muito essa informação!


obs. o poema sugere morte quando utiliza a expressão "já não está entre nós", comum para esse fim. no entanto, acredito que cada um pode tirar as mais diversas interpretação do texto. tenho consciência que ele não é mais meu.

Anônimo disse...

credo!!! mas ela pode ter morrido dentro de vc! e pode estar vivinha em outra cidade!!! do you understand me?

Anônimo disse...

claro que sim, foi o que eu disse, as interpretações podem ser as mais diversas possiveis, principalmente quado tem uma explicação interessante, como as sua por exemplo.


obs. agradeço a interação.

Anônimo disse...

thank you very much!

Anônimo disse...

Ao contrário do que foi dito pela Patrícia, acredito que apesar de o poeta ter utilizado a primeira pessoa do singular (eu não disse adeus), o poema, por meio da primeira pessoa do plural (não está entre nós) sugeri algo mais abrangente, ou seja, essa “estranha sensação” faz parte da existência de cada um (todos) e não de um... Penso que poderão ser feitas algumas alterações (lhe falo pessoalmente).
Beijinhos,

James d'Theur disse...

Muito interessante essa interpretação. Percebo, também, que o texto busque algo abrangente, quando usa a primeira pessoa do plural. No entanto, quando nos colocamos como participantes do poema (pois ela não está entre nós), somos colocados de frente com uma falta que temos também.(pois ele não disse adeus, e vc já?).

abraços e continuem postando interpretações, se tiver sem inspiração tenho vinho aqui!

Anônimo disse...

VocÊ DEFINITIVAMENTE James d´theur não vale nada!!!

Papo Cabeça IPC disse...

Seu poema intriga os que querem ir além do que não se pode explicar ou gostaria de ter perto o que não se pode ter. Palavras presas a mente do poeta, mas soltas a interpretação do leitor geram ecos na poesia que ganha uma nova forma, a forma que o leitor gostaria de ter escrito e ser explicado.
Também tenho a sensação meu amigo do perdido sem saber o que e presente o que não se sabe o que é...sendo assim, escolho viver bem com os enigmas da vidas que sorriem pra mim.

James d'Theur disse...

Palavras articuladas com levesa de um espirito que foi forjado pela nostalgia de uma resposta da não pergunta. Ela não está entre nós, mas quem foi assim forjado, não dirá adeus jamais.


Toni, prazer ter vc aqui